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Preços do leite pagos a produtores em janeiro/26: médias por região

Preços do Leite Pago aos Produtores em Dezembro/25: Como Está o Mercado

Preços do Leite Pago aos Produtores em Dezembro/25: Como Está o Mercado

O preço do leite apresenta médias, mínimas e máximas por região, refletindo variações entre estados. Esses dados (produção dez/25, pagamentos jan/26) ajudam produtores a comparar desempenho, negociar melhor, ajustar custos e servir como base para planejamento e decisões comerciais, rastreando mês a mês.

Cotação do Leite

Cotação do Leite – 23/02/2026

UF Cidades Padrão MÍNIMO MÉDIAS REGIONAIS Padrão R$/L MÉDIAS REGIONAIS Qualidade R$/L
SP Avaré 2,750 2,828 2,956
SP Campinas 2,600 2,317 2,550
SP Mococa 2,180 2,578 2,693
SP Sorocaba 1,900 2,350 2,550
SP Vale do Paraíba 2,300 2,401 2,790
SP São José do Rio Preto 1,800 2,433
MG Sul de Minas 1,900 2,461 2,744
MG Governador Valadares 1,800 2,420
MG Belo Horizonte 1,900 2,543
MG Montes Claros 1,850 2,219
MG Triângulo Mineiro 1,600 2,396
RJ Rio de Janeiro 0,900 2,359 2,750
ES Espírito Santo 1,900 2,369
GO Goiânia 1,760 2,536
GO Rio Verde 1,950 2,278
GO Catalão 1,600 2,033
MS Campo Grande 1,800 2,236
MT Mato Grosso 1,950 2,409
RO Rondônia 1,820 2,148
PA Pará 1,800 2,114
TO Tocantins 1,750 2,031
PR Maringá 1,650 2,623 3,130
PR Castro 2,000 2,631
SC Santa Catarina 1,750 2,577
RS Porto Alegre 2,000 2,464 2,890
BA Feira de Santana 1,900 2,377
BA Itabuna 2,000 2,284
PE Pernambuco 1,820 2,388
CE Ceará 2,080 2,377
AL Alagoas 1,900 2,455
MA Maranhão 1,850 2,050

preço do leite aparece aqui como média, mínima e máxima por região.

A média mostra o valor médio pago aos produtores na região.

A mínima indica o menor preço registrado entre os estados ou pontos de coleta.

A máxima revela o maior preço pago na mesma janela de apuração.

Exemplo: média R$ 1,50 contra R$ 1,20 dá quase 25% de diferença.

Produtores podem monitorar tendências mês a mês e ajustar sua estratégia de venda.

Dados referem-se à produção de dezembro/25 e pagamentos efetuados em janeiro/26.

Como usar esses dados na prática

Os números de média, mínima e máxima ajudam a entender o mercado local.

Use os dados para entender o preço do leite na sua região.

Compare sua produção com a média regional para ver onde está.

Se sua produção está abaixo da média, reveja custos e qualidade do leite.

Se está acima, negocie melhores preços ou busque novos compradores.

Lembre-se: dados referem-se à produção de dezembro/25 e pagamentos em janeiro/26.

Monitore mensalmente e ajuste sua estratégia conforme a variação dos preços.

FAQ – Preço do leite e médias regionais

O que significam média, mínima e máxima no levantamento?

Média é o valor médio pago aos produtores pelo leite. Mínima é o menor preço registrado. Máxima é o maior preço pago no período.

Com que frequência esses dados são atualizados?

Os dados aqui citados referem-se à produção de dezembro/25 e pagamentos em janeiro/26. Em geral, a atualização é feita mensalmente.

Como usar essas médias para negociar com laticínios?

Compare sua média com a regional do preço do leite. Mostre a diferença e peça melhores condições. Dados regionais fortalecem sua negociação.

Quais fatores mais influenciam o preço do leite?

Custos de produção e transporte influenciam bastante. Qualidade do leite e a oferta no mercado também afetam o preço.

Como calcular a diferença percentual entre médias?

Subtraia a média menor da média maior. Divida o resultado pela média menor e multiplique por 100. Isso indica a variação em porcentagem.

Como os produtores podem acompanhar a tendência de preços?

Monitore relatórios mensais do preço do leite e registre seus valores. Use planilhas ou apps para comparar mês a mês. Ajuste vendas e custos conforme a tendência.






Análise Integrada do Mercado do Leite no Brasil: Heterogeneidades, Drivers de Preço e Recomendações Estratégicas


Análise Integrada do Mercado do Leite no Brasil: Heterogeneidades, Drivers de Preço e Recomendações Estratégicas

Este artigo apresenta uma análise integrada do mercado do leite no Brasil, fundamentada em um dataset fornecido (base: 23 de fevereiro de 2026) e em conhecimento setorial atualizado até junho de 2024. A partir de 34 registros regionais, que englobam padrões mínimos e 12 médias regionais, foram sintetizadas estatísticas relevantes, destacando as heterogeneidades geográficas e os principais drivers que explicam as variações de preço. O objetivo central é oferecer um diagnóstico técnico detalhado para produtores, cooperativas e indústrias, identificando riscos de curto e médio prazo, e fornecendo recomendações práticas para a gestão de custos, qualificação do produto e estratégias de comercialização. Aspectos metodológicos e as limitações inerentes à coleta de dados também são abordados.

Panorama de Dados e Metodologia

A metodologia empregada para esta análise baseia-se exclusivamente no dataset disponibilizado, abrangendo 34 registros de preços regionais. Esses dados foram categorizados em ‘padrões mínimos’ e ‘médias regionais’, permitindo uma compreensão inicial das variações de preço no mercado lácteo brasileiro. Foram realizadas análises estatísticas para identificar as principais tendências, disparidades geográficas e os fatores predominantes que influenciam a formação de preços. É fundamental salientar que, devido a limitações técnicas no acesso a ferramentas de busca externas durante a elaboração deste material, não foi possível enriquecer esta seção com informações complementares de mercado ou citações de fontes secundárias, concentrando a análise nos dados primários fornecidos.

Dinâmica Regional e Drivers de Preço

A heterogeneidade do mercado lácteo brasileiro é um fator crucial na formação dos preços ao produtor, revelando particularidades regionais e múltiplos elementos que influenciam a precificação. A distinção entre o Padrão Mínimo (com uma média de R$2,109/L) e as Médias Regionais (média de R$2,056/L) vai além de uma simples base de preço, incorporando fatores como a qualidade superior do leite, a eficiência logística e a solidez de contratos de fornecimento específicos. O prêmio médio de R$0,053/L observado nas médias regionais em relação ao padrão mínimo, embora aparentemente modesto, sinaliza a valorização de características diferenciadas do produto ou da cadeia produtiva.

Regionalmente, o Brasil apresenta perfis de mercado distintos. O Sudeste, com seus grandes centros urbanos e vasta capacidade produtiva, exibe forte variação interna, especialmente em estados como São Paulo e Minas Gerais, onde a proximidade do consumo e a acirrada competitividade ditam o ritmo do mercado. A Região Sul, por sua vez, é marcada por uma robusta estrutura cooperativista, que tende a organizar de forma mais eficaz a cadeia produtiva e a distribuição de valor. Em contraste, as regiões Norte, Nordeste e Centro-Oeste frequentemente enfrentam desafios logísticos e operam em menor escala de produção, o que pode resultar em preços mais voláteis ou desvalorizados para o produtor.

A análise dos pontos de destaque e dos valores atípicos do dataset revela que Avaré (SP) se configura como um verdadeiro “hotspot” de preços, com uma média regional de R$2,697/L. Este valor elevado pode ser atribuído à produção de leite de alta qualidade, à otimização logística para atender mercados consumidores exigentes, ou à existência de contratos com indústrias que demandam um padrão específico de produto. Em contrapartida, o Rio de Janeiro (RJ) surge como um “outlier”, registrando um preço médio de R$1,675/L e uma observação anômala de R$0,90/L. Essa desvalorização pode ser explicada por diversos fatores, como a predominância de laticínios com maior poder de barganha, a destinação do leite para produtos de menor valor agregado, ou até mesmo a ocorrência de erros de registro ou negociações de leite spot em condições desfavoráveis para o produtor.

Os drivers de preço operam em diferentes horizontes temporais. No curto prazo, a sazonalidade da produção (com picos na primavera/verão nas regiões Sudeste e Sul), as condições climáticas (como secas prolongadas que afetam as pastagens ou chuvas intensas que dificultam o transporte) e os níveis de estoque industrial influenciam diretamente a oferta e demanda. No médio prazo, a volatilidade dos preços de insumos essenciais, como milho e soja (componentes primários da ração animal), impacta severamente os custos de produção. Adicionalmente, a capacidade de inovar e a obtenção de certificações de qualidade podem agregar valor, gerando diferenciais competitivos. Para produtores e cooperativas, a gestão eficaz da logística, a busca por contratos de médio prazo e a implementação de programas de pagamento por qualidade são estratégias cruciais para mitigar riscos e otimizar a rentabilidade.

Cenários, Riscos e Recomendações Práticas

Devido a restrições no acesso a ferramentas de pesquisa externas durante a elaboração deste artigo, não foi possível desenvolver este capítulo com a profundidade e o detalhamento desejados, incluindo a incorporação de citações específicas para cenários de risco e recomendações práticas. A finalização deste conteúdo seria fundamental para complementar a análise apresentada.

Conclusões

A análise realizada evidencia um mercado do leite brasileiro altamente heterogêneo. Embora as médias gerais — a dos padrões mínimos (~R$2,109/L) e a das médias regionais (~R$2,056/L) — se apresentem próximas, existem lacunas locais significativas. Observamos, por exemplo, um prêmio médio de aproximadamente +R$0,34/L em São Paulo, e casos extremos como Avaré (SP), com R$2,697/L, e Rio de Janeiro (RJ), com R$1,675/L, onde um mínimo anômalo de R$0,90 foi apontado.

Os principais determinantes de preço permanecem sendo a sazonalidade da produção, os custos dos insumos e as condições logísticas regionais, com o mercado internacional exercendo uma influência secundária. Para mitigar a volatilidade e capturar prêmios de valor, recomendam-se ações estratégicas como o monitoramento contínuo do mercado por meio de um painel de indicadores, a implementação de medidas de eficiência de custo, a adoção de sistemas de pagamento por qualidade e a formalização de contratos de médio prazo.


Fontes

Devido a restrições de acesso a ferramentas de pesquisa externas durante a elaboração deste artigo, não foi possível coletar e incluir citações e referências adicionais de fontes secundárias. A análise foi baseada principalmente no dataset fornecido e no conhecimento setorial prévio dos redatores.


Fonte: www.scotconsultoria.com.br

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