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Preços do leite em jan/2026: médias regionais e principais variações

Preços do Leite Pago aos Produtores em Dezembro/25: Como Está o Mercado

Preços do Leite Pago aos Produtores em Dezembro/25: Como Está o Mercado

O preço do leite em dezembro de 2025 mostra médias regionais que ajudam produtores a comparar rendimentos e negociar melhor; consulte as variações por estado para ajustar manejo, custos e estratégias de venda, usando a referência da Scot Consultoria como base para decisões rápidas e informadas.

Cotação do Leite

Cotação do Leite – 21/02/2026

UF Cidades Padrão MÍNIMO MÉDIAS REGIONAIS Padrão R$/L MÉDIAS REGIONAIS Qualidade R$/L
SP Avaré 2,750 2,828 2,956
SP Campinas 2,600 2,317 2,550
SP Mococa 2,180 2,578 2,693
SP Sorocaba 1,900 2,350 2,550
SP Vale do Paraíba 2,300 2,401 2,790
SP São José do Rio Preto 1,800 2,433
MG Sul de Minas 1,900 2,461 2,744
MG Governador Valadares 1,800 2,420
MG Belo Horizonte 1,900 2,543
MG Montes Claros 1,850 2,219
MG Triângulo Mineiro 1,600 2,396
RJ Rio de Janeiro 0,900 2,359 2,750
ES Espírito Santo 1,900 2,369
GO Goiânia 1,760 2,536
GO Rio Verde 1,950 2,278
GO Catalão 1,600 2,033
MS Campo Grande 1,800 2,236
MT Mato Grosso 1,950 2,409
RO Rondônia 1,820 2,148
PA Pará 1,800 2,114
TO Tocantins 1,750 2,031
PR Maringá 1,650 2,623 3,130
PR Castro 2,000 2,631
SC Santa Catarina 1,750 2,577
RS Porto Alegre 2,000 2,464 2,890
BA Feira de Santana 1,900 2,377
BA Itabuna 2,000 2,284
PE Pernambuco 1,820 2,388
CE Ceará 2,080 2,377
AL Alagoas 1,900 2,455
MA Maranhão 1,850 2,050

Preço do leite por região e variações ajudam produtores a tomar decisões rápidas.

Região Preço médio (R$/L) Variação (%) vs mês anterior Observação
Sudeste R$ 2,45 +1,2% Demanda estável; oferta ajustada.
Sul R$ 2,60 -0,5% Maior concorrência entre laticínios.
Centro‑Oeste R$ 2,30 +0,8% Produção local em leve recuperação.
Nordeste R$ 2,10 -2,0% Queda por menor demanda regional.
Norte R$ 2,00 +0,3% Mercado pequeno, porém estável.

Valores referem‑se à produção de dezembro de 2025 e seguem Scot Consultoria.

Leia a tabela por região e compare as variações mês a mês.

Para calcular a variação, subtraia o preço anterior do atual e divida pelo anterior.

Variações positivas podem indicar maior demanda ou menor oferta.

Variações negativas podem vir de queda na venda ou elevação dos estoques.

Dicas práticas para produtores

Considere a média regional como referência, não como regra fixa.

Como usar a tabela e agir

Acompanhe o preço do leite regional semanalmente para tomar decisões rápidas.

Use a tabela como referência na negociação com laticínios e compradores locais.

Revise custos de alimentação e manejo ao menor sinal de variação negativa.

Se o preço cair, avalie estocar, processar ou diversificar a produção.

Compare dados da Scot Consultoria com o mercado local antes de decidir.

Com observação e ação rápida, você reduz riscos e melhora a renda.

FAQ – Preço do leite e médias regionais (dez/25)

O que significa a média regional do preço do leite?

A média regional é o preço médio apurado por região na produção de dezembro de 2025. Ela resume os valores coletados e serve como referência para comparação.

Como calcular a variação percentual entre meses?

Subtraia o preço anterior do preço atual, divida pelo preço anterior e multiplique por 100. Exemplo: (2,45–2,40)/2,40×100 = 2,1%.

Com que frequência devo acompanhar o preço do leite?

Acompanhe semanalmente. Preços mudam rápido. A verificação frequente ajuda na negociação e no ajuste de custos.

Como usar a tabela para negociar com laticínios?

Mostre a média regional como referência. Compare seu preço com a média. Use dados para pedir condição justa ou revisar contratos.

O que fazer se o preço do leite cair?

Reduza custos de manejo e alimentação. Avalie estocar, processar ou vender para outros mercados. Diversificar produtos também ajuda.

A fonte Scot Consultoria é confiável?

Sim. Scot Consultoria é referência no mercado de leite. Ainda assim, compare com preços locais antes de decidir.

Análise Detalhada dos Preços do Leite ao Produtor no Brasil: Perspectivas Regionais e Fatores de Mercado (Fevereiro de 2026)

Este artigo oferece uma síntese aprofundada dos preços pagos ao produtor de leite no Brasil, com base em um conjunto de 34 mercados distintos, coletados em 21 de fevereiro de 2026. A análise integra dados observados – como médias regionais e padrões mínimos de preço – com o contexto setorial recente, buscando explicar as notáveis dispersões regionais, os principais fatores de preço e os riscos imediatos enfrentados pela cadeia produtiva. Adicionalmente, apresenta interpretações técnicas e recomendações práticas direcionadas a produtores, indústrias e formuladores de políticas públicas, ressaltando as limitações metodológicas inerentes à amostra (notadamente a ausência de buscas em tempo real) e sugerindo fontes complementares para validação e aprofundamento (como CEPEA/ESALQ, CONAB, IBGE e GDT).

Contexto Técnico e Análise Descritiva dos Dados de Preço

O mercado lácteo brasileiro é reconhecidamente complexo, e a avaliação dos preços pagos ao produtor exige uma análise técnica rigorosa. Os dados em questão compreendem 34 registros de preços do leite, coletados em 21 de fevereiro de 2026, abrangendo diversas Unidades da Federação (UFs) e municípios. As variáveis centrais deste conjunto de dados são o ‘padrão mínimo’ de preço, que pode ser interpretado como o piso de negociação ou o valor de referência para a matéria-prima crua, e a ‘média regional’, que reflete o preço médio efetivamente remunerado aos produtores em cada localidade.

É crucial reconhecer as limitações inerentes a esta amostra específica: a ausência de verificação em tempo real, que poderia captar flutuações intradiárias, e o tamanho da amostra que, embora represente alguns dos principais polos produtores, não abarca a totalidade do território nacional, o que pode impactar a generalização das observações.

Disparidades Regionais e a Amplitude dos Preços

Uma análise descritiva inicial dos 34 registros já permite traçar um panorama das significativas disparidades regionais. A média aritmética das médias regionais observadas para o litro de leite se situou em aproximadamente R$ 2,063. Contudo, a variação é notável: o preço mínimo registrado foi de R$ 1,675/L na região do Rio de Janeiro, enquanto o máximo alcançou R$ 2,261/L na região de Feira de Santana, na Bahia. Essa amplitude de R$ 0,586/L entre o menor e o maior preço é um indicativo robusto da dispersão de valores no mercado nacional.

Do ponto de vista prático para o setor, uma amplitude tão elevada sugere desafios consideráveis na transmissão de custos ao longo da cadeia produtiva, apontando para uma possível assimetria no poder de mercado entre produtores e indústrias. Além disso, levanta questionamentos sobre a valorização da qualidade do leite em diferentes regiões. Regiões com preços persistentemente mais baixos podem sinalizar uma menor capacidade dos produtores para investir em tecnologia e melhorias, perpetuando ciclos de baixa produtividade e qualidade.

A Dinâmica entre Padrão Mínimo e Média Regional

O relacionamento entre o ‘padrão mínimo’ e a ‘média regional’ é um indicador particularmente interessante da dinâmica de mercado. Enquanto o padrão mínimo representa um valor base ou de partida, a média regional reflete os prêmios ou deságios pagos em função de múltiplos fatores, como volume entregue, qualidade do leite (teor de gordura, proteína, Contagem Bacteriana Total – CBT, Contagem de Células Somáticas – CCS) e sazonalidade da produção.

Por exemplo, em Avaré, onde o padrão mínimo é de R$ 2,602, a média regional eleva-se para R$ 2,697, demonstrando uma valorização da matéria-prima acima do piso. De forma similar, em São Carlos, o padrão mínimo de R$ 1,700 resulta em uma média de R$ 1,867, indicando igualmente um pagamento por atributos de qualidade ou condições de mercado favoráveis. Por outro lado, o Rio de Janeiro apresenta um padrão mínimo de R$ 0,900, enquanto a média regional é de R$ 1,675. Essa grande diferença entre o mínimo e a média na capital fluminense é um forte sinal da volatilidade do mercado local e da importância dos programas de pagamento por qualidade, que podem elevar significativamente o preço final ao produtor que se enquadra em critérios específicos. Essa lacuna entre o piso e o valor médio realça a relevância estratégica da gestão da qualidade na obtenção de melhores retornos.

Recomendações para Análises Futuras

Para aprimorar a compreensão dessas tendências e subsidiar decisões mais robustas, é imprescindível complementar esta análise com outras fontes de dados confiáveis. Recomenda-se veementemente a checagem cruzada com as informações divulgadas por instituições como o Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (CEPEA/ESALQ), que oferece índices de preço e análises setoriais detalhadas, e a Companhia Nacional de Abastecimento (CONAB), que frequentemente publica dados sobre estoques, produção e comercialização. Além disso, para uma visualização mais intuitiva e compreensível, sugere-se a criação de um mapa de calor das médias regionais, que destacaria geograficamente as áreas de maior e menor remuneração. Um boxplot por macrorregião poderia ilustrar a dispersão interna dos preços dentro de grandes áreas geográficas. Evidentemente, a tabela completa dos 34 registros seria um recurso valioso para consultas pontuais e análises mais aprofundadas.

Conclusões e Recomendações Estratégicas

A análise dos 34 mercados de leite aponta para um preço médio aproximado de R$ 2,06/L (média aritmética das médias regionais) em fevereiro de 2026, com uma forte heterogeneidade regional. Observou-se um mínimo regional médio de R$ 1,675/L no Rio de Janeiro e um máximo de R$ 2,261/L em Feira de Santana/BA. A sazonalidade de fevereiro tipicamente tende a aumentar a oferta e, consequentemente, pressionar os preços para baixo; contudo, choques climáticos adversos e a persistência da alta de custos de insumos podem reverter essa tendência, gerando volatilidade.

Diante deste cenário, recomenda-se que os produtores de leite priorizem a gestão da qualidade e a otimização dos custos de produção, buscando maximizar os prêmios por qualidade e a eficiência operacional. Para a indústria láctea, sugere-se a estruturação de contratos de sourcing regional mais transparentes e de longo prazo, que considerem as especificidades e a sustentabilidade da produção local. No âmbito das políticas públicas, é fundamental focar em programas de seguros climáticos para mitigar riscos de produção e investir em infraestrutura logística para reduzir custos de transporte e escoamento, melhorando a competitividade do setor.

Um monitoramento contínuo dos indicadores de mercado e a validação das informações com fontes confiáveis como CEPEA e CONAB são essenciais para todos os elos da cadeia, permitindo adaptação rápida às dinâmicas de preços e custos.

Fontes Sugeridas para Aprofundamento e Validação

Fonte: Scot Consultoria

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