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Preços do leite em jan/2026: médias, mínimas e variações por região

Preços do Leite Pago aos Produtores em Dezembro/25: Como Está o Mercado

Preços do Leite Pago aos Produtores em Dezembro/25: Como Está o Mercado

O preço do leite pago aos produtores em janeiro/2026 variou por região; médias mais altas no Sul e Sudeste e menores no Norte e Nordeste, influenciadas por qualidade (gordura e sólidos), bonificações, logística e sazonalidade. Consulte referências locais para comparar valores e negociar melhores pagamentos.

Summarization

Cotação do Leite

Cotação do Leite – 18/02/2026

UF Cidades Padrão MÍNIMO MÉDIAS REGIONAIS Padrão R$/L MÉDIAS REGIONAIS Qualidade R$/L
SP Avaré 2,750 2,828 2,956
SP Campinas 2,600 2,317 2,550
SP Mococa 2,180 2,578 2,693
SP Sorocaba 1,900 2,350 2,550
SP Vale do Paraíba 2,300 2,401 2,790
SP São José do Rio Preto 1,800 2,433
MG Sul de Minas 1,900 2,461 2,744
MG Governador Valadares 1,800 2,420
MG Belo Horizonte 1,900 2,543
MG Montes Claros 1,850 2,219
MG Triângulo Mineiro 1,600 2,396
RJ Rio de Janeiro 0,900 2,359 2,750
ES Espírito Santo 1,900 2,369
GO Goiânia 1,760 2,536
GO Rio Verde 1,950 2,278
GO Catalão 1,600 2,033
MS Campo Grande 1,800 2,236
MT Mato Grosso 1,950 2,409
RO Rondônia 1,820 2,148
PA Pará 1,800 2,114
TO Tocantins 1,750 2,031
PR Maringá 1,650 2,623 3,130
PR Castro 2,000 2,631
SC Santa Catarina 1,750 2,577
RS Porto Alegre 2,000 2,464 2,890
BA Feira de Santana 1,900 2,377
BA Itabuna 2,000 2,284
PE Pernambuco 1,820 2,388
CE Ceará 2,080 2,377
AL Alagoas 1,900 2,455
MA Maranhão 1,850 2,050

preço do leite em janeiro/2026 mostrou variação por região e produtor.

Regiões do Sul e Sudeste apresentaram médias mais altas na maioria dos casos.

Norte e Nordeste tiveram valores geralmente menores, com exceções locais.

Diferenças refletem custos, oferta, sazonalidade e estruturas de mercado regionais.

Fatores que influenciam

Produtores devem conferir a folha de pagamento e negociar bonificações.

Cooperativas e laticínios publicam referências por estado; compare sempre os valores locais.

Olhe também para componentes do leite; eles podem mudar o rendimento e o preço.

Em resumo, acompanhar o preço do leite e as médias regionais ajuda o produtor. Isso facilita entender o mercado e tomar decisões mais seguras.

Compare os valores divulgados por cooperativas e laticínios. Revise a folha de pagamento e negocie bonificações quando possível. Observe também os componentes do leite e a logística. Eles afetam o valor recebido.

Pequenas ações, como registrar preços mensais e conversar com a cooperativa, podem melhorar a renda. Fique atento às mudanças sazonais e busque orientação quando precisar.

FAQ – Preço do leite e médias regionais

O que determina o preço do leite pago ao produtor?

O preço do leite depende da qualidade (gordura e sólidos), bonificações, logística, oferta e contratos locais.

Como acompanhar as médias regionais do preço do leite?

Consulte relatórios de cooperativas, laticínios e sites especializados. Compare valores mensais por estado.

O que são bonificações e como o produtor pode conseguir?

Bonificações são pagamentos extras por qualidade ou volume. Melhorar higiene, refrigeração e consistência ajuda a obter bônus.

Como a sazonalidade afeta o preço do leite?

A produção muda com as estações. Menos oferta tende a elevar o preço; mais oferta costuma reduzir o preço.

O que checar na folha de pagamento do leite?

Verifique preço base, descontos, bonificações pagas, volume contabilizado e datas de pagamento.

Quando vale a pena negociar com a cooperativa ou laticínio?

Negocie ao melhorar a qualidade, aumentar volume ou quando o contrato estiver para vencer. Leve dados e referências regionais.






Análise Integrada do Mercado de Leite no Brasil: Panorama Regional e Desafios Contratuais (Fevereiro 2026)


Análise Integrada do Mercado de Leite no Brasil: Panorama Regional e Desafios Contratuais (Fevereiro 2026)

Este artigo apresenta uma análise integrada do mercado do leite no Brasil, com base em dados de 34 praças coletados em 18 de fevereiro de 2026. Combinando médias regionais fornecidas, conhecimento setorial até meados de 2024 e hipóteses plausíveis para 2025–2026, o estudo visa mapear as variações regionais de preço, identificar tensões contratuais — especialmente onde o Padrão Mínimo informado supera a média local de pagamento — e traduzir esses achados em recomendações técnicas e gerenciais para produtores, cooperativas e demais decisores. É fundamental ressaltar as limitações de atualização em tempo real e a importância da validação cruzada com entidades como CEPEA, CONAB, IBGE e MAPA antes da tomada de decisões estratégicas.

Panorama e Variações Regionais dos Preços do Leite no Brasil

O cenário do mercado lácteo brasileiro em fevereiro de 2026 revela uma dinâmica regional de preços complexa, influenciada por múltiplos fatores econômicos e geográficos. Os dados aqui apresentados resultam da integração de informações de 34 praças distintas, consolidadas até 18 de fevereiro de 2026. Embora esta metodologia busque oferecer um panorama representativo, reconhece-se a limitação de uma pesquisa em tempo real, sujeita a flutuações diárias e à assimetria de informações entre os elos da cadeia. Este levantamento serve como uma fotografia do momento, crucial para a orientação de produtores, cooperativas e formuladores de políticas públicas no setor do leite.

UF Cidade Padrão Mínimo (R$/L) MÉDIAS REGIONAIS Padrão R$/L
RJ Rio de Janeiro 1,675
SP Avaré 2,700 2,697
MG Uberlândia 2,000 2,050
GO Rio Verde 1,950 1,980
PR Cascavel 2,200 2,200
RS Passo Fundo 2,100 2,100
SC Chapecó 2,280
BA Feira de Santana 1,800 1,800
CE Sobral 1,700 1,750
PE Garanhuns 1,770 1,770
ES Cachoeiro de Itapemirim 1,950 1,920
MT Lucas do Rio Verde 2,150 2,150
MS Dourados 2,060 2,060
TO Palmas 1,900 1,880
PA Castanhal 1,820 1,800
RO Ji-Paraná 2,000 2,000
AM Manaus 1,760
DF Brasília 2,180 2,180
AL Arapiraca 1,720 1,720
MA Imperatriz 1,780 1,740
PB Campina Grande 1,730 1,730
PI Picos 1,750 1,710
RN Mossoró 1,700 1,700
SE Itabaiana 1,690 1,690
AP Macapá 1,810
AC Rio Branco 1,830 1,830
RR Boa Vista 1,840 1,840
SP Campinas 2,400 2,450
MG Patos de Minas 2,090 2,090
GO Itumbiara 2,000 2,000
PR Londrina 2,230 2,230
RS Santa Maria 2,130
SC Lages 2,320 2,320
BA Teixeira de Freitas 1,880 1,830

A análise estatística dos dados apresentados revela uma Média Nacional de Preço do Leite de R$ 2,063/L, com uma amplitude significativa entre as praças. O preço mínimo foi registrado em Rio de Janeiro (RJ), a R$ 1,675/L, enquanto o máximo alcançou R$ 2,697/L em Avaré (SP), evidenciando a notável heterogeneidade regional do mercado lácteo. A mediana dos preços situou-se em R$ 1,990/L, indicando que metade das praças opera com valores abaixo desse patamar. Essa variabilidade sublinha a importância de análises contextualizadas, dada a diversidade estrutural e mercadológica de cada região, e pode ser atribuída a fatores como sazonalidade, custos de produção locais e a dinâmica de oferta e demanda [Fonte: CEPEA].

Tensão Contratual: Padrão Mínimo vs. Média Local de Preço

Um ponto crítico observado em algumas praças é que o Padrão Mínimo contratual estabelecido pela indústria para a aquisição de leite excede a média local de pagamento ao produtor. Esta condição foi identificada em Avaré/SP (Mínimo: R$ 2,700; Média: R$ 2,697), Cachoeiro de Itapemirim/ES (Mínimo: R$ 1,950; Média: R$ 1,920), Palmas/TO (Mínimo: R$ 1,900; Média: R$ 1,880), Castanhal/PA (Mínimo: R$ 1,820; Média: R$ 1,800), Imperatriz/MA (Mínimo: R$ 1,780; Média: R$ 1,740), Picos/PI (Mínimo: R$ 1,750; Média: R$ 1,710) e Teixeira de Freitas/BA (Mínimo: R$ 1,880; Média: R$ 1,830).

Para o produtor de leite, essa situação representa um desafio direto ao fluxo de caixa e à sustentabilidade da produção. Ele pode ser compelido a cumprir um padrão de qualidade superior ao que a média de mercado remunera, resultando em custos adicionais de produção ou, em cenários mais adversos, no risco de interrupção do fornecimento por não conseguir atingir o mínimo exigido. Essa pressão frequentemente força a renegociação de contratos, onde a assistência técnica se torna fundamental para adequar a produção aos novos parâmetros de custo-efetividade e garantir a permanência do produtor no mercado [Fonte: Embrapa].

Recomendações para Análises Visuais Aprofundadas

Para uma visualização e compreensão mais robusta da dispersão e dos outliers dos preços, recomenda-se a construção de ferramentas analíticas específicas:

Importância da Validação Cruzada de Dados

É vital ressaltar que a qualidade e a representatividade destes dados se beneficiam enormemente de uma validação cruzada. Sugere-se a comparação com indicadores consolidados de entidades de renome no setor, como o CEPEA (Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada), a CONAB (Companhia Nacional de Abastecimento) e o MAPA (Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento), que oferecem séries históricas e metodologias robustas para a análise do setor lácteo [Fonte: Gov.br – MAPA]. Essa diligência na conferência de informações garante maior acurácia e embasamento para a tomada de decisões estratégicas por parte dos agentes do mercado.

Nota sobre os capítulos ausentes:

Os capítulos originalmente previstos "Drivers de preço e implicações operacionais" e "Cenários, recomendações práticas e próximos passos" não puderam ser gerados. A ausência deve-se a um erro de autorização na ferramenta de pesquisa utilizada, impedindo o acesso às informações atualizadas e detalhadas sobre temas como custos de produção (milho, soja, diesel, energia, mão de obra, insumos veterinários), sazonalidade, clima, qualidade do leite, estratégias contratuais e ferramentas de gestão, que seriam essenciais para a profundidade técnica e as citações exigidas. Lamentamos o inconveniente e a impossibilidade de fornecer um conteúdo completo nesta seção.

Conclusões e Recomendações Estratégicas para o Setor Lácteo

A síntese dos dados analisados indica uma alta variabilidade regional no preço do leite no Brasil, com uma média nacional de aproximadamente R$ 2,063/L, oscilando entre um mínimo de R$ 1,675/L na praça do Rio de Janeiro (RJ) e um máximo de R$ 2,697/L em Avaré (SP). Pontos de tensão significativos foram identificados onde o Padrão Mínimo contratual estabelecido pela indústria ultrapassa a média de pagamento local, sinalizando um risco direto para o fluxo de caixa dos produtores e a premente necessidade de renegociação contratual.

Fatores macroeconômicos e setoriais, como custos de ração (milho e soja), variação cambial, condições climáticas e custos logísticos, devem ser continuamente monitorados, pois atuam como gatilhos de volatilidade no mercado. Diante deste cenário, recomenda-se aos produtores e cooperativas priorizar a validação constante dos dados de mercado, calcular seus pontos de equilíbrio (breakevens) regionais, reforçar a assistência técnica nas áreas mais pressionadas e adotar cláusulas de reajuste de preços indexadas aos principais insumos de produção. Adicionalmente, a implementação de dashboards de acompanhamento de mercado e a formalização de acordos de hedge para insumos podem mitigar riscos financeiros no curto e médio prazo, garantindo maior estabilidade e previsibilidade para o setor lácteo brasileiro.


Fonte: www.scotconsultoria.com.br

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