Pesquisador do IZ integra grupo internacional e avança contra carrapatos

A parceria com o GHTM fortalece estudos sobre carrapatos bovinos, unindo contagem visual, análise de imagem por IA, PCR quantitativa e RNAseq para detectar infestação e sinais genéticos de resistência; assim é possível identificar animais resistentes, orientar a seleção e ajustar o manejo para reduzir acaricidas e controlar doenças como babesiose e anaplasmose, oferecendo dados mais precisos para decisões rápidas e econômicas no campo.
carrapatos bovinos estão no foco da pesquisa de Rodrigo Giglioti, que agora integra o GHTM em Lisboa. Com contagens visuais, análise de imagem por IA, PCR quantitativa e RNAseq, a equipe busca identificar animais resistentes e melhorar o manejo — e isso pode mudar a rotina do produtor. Quer entender como essas tecnologias se traduzem em resultado no campo?
Novo vínculo com GHTM e métodos inovadores para identificar resistência a carrapatos, babesiose e anaplasmose
O novo vínculo com o GHTM aproxima o Brasil de centros europeus de pesquisa. Isso amplia o acesso a métodos modernos contra carrapatos bovinos.
Técnicas inovadoras
Os pesquisadores usam contagem visual para avaliar a carga de carrapatos. É um método simples e direto.
A análise de imagem com IA automatiza essa contagem. A IA detecta e marca os carrapatos nas fotos.
A PCR quantitativa detecta DNA do parasita em amostras. PCR é uma técnica que copia e mede material genético.
O RNAseq mostra quais genes estão ativos nos animais. Isso ajuda a identificar sinais de resistência genética.
Combinar essas técnicas oferece um panorama preciso da infestação e da resposta animal. Assim fica mais fácil achar animais resistentes.
Identificação e uso prático
Com os dados, é possível criar marcadores de resistência. Marcadores são sinais genéticos fáceis de testar no laboratório.
Produtores podem usar esses testes para selecionar animais mais resistentes ao carrapato. A seleção reduz o uso de acaricidas e os custos.
O monitoramento contínuo permite detectar resistência aos tratamentos de forma precoce. Isso melhora o manejo e protege a produtividade.
Conclusão
O vínculo com o GHTM traz acesso a métodos modernos contra carrapatos bovinos. As técnicas combinadas — contagem visual, IA, PCR e RNAseq — dão dados claros sobre resistência. Com esse conhecimento, é possível identificar animais resistentes e ajustar o manejo no campo.
Isso reduz o uso de acaricidas e protege a saúde do rebanho. Produtores ganham com menor custo e mais produtividade. A parceria internacional acelera soluções práticas e acessíveis para o setor.
FAQ – Perguntas frequentes sobre resistência a carrapatos e métodos de identificação
O que é resistência a carrapatos?
Resistência é quando os carrapaticidas não matam mais os carrapatos. Isso pode ocorrer por seleção genética dos parasitas.
Como a PCR ajuda na detecção de carrapatos?
A PCR detecta o DNA do parasita nas amostras. Assim confirma infecção mesmo com poucos carrapatos visíveis.
O que o RNAseq revela sobre resistência genética?
O RNAseq mostra quais genes estão ativos nos animais. Esses sinais ajudam a identificar animais mais resistentes.
Como a inteligência artificial melhora a contagem de carrapatos?
A IA analisa fotos e marca os carrapatos automaticamente. Isso torna a contagem mais rápida e menos subjetiva.
Como os produtores podem usar esses testes no dia a dia?
Podem selecionar animais resistentes para reprodução. Também ajustar o manejo e reduzir tratamentos desnecessários.
Os métodos reduzem o uso de acaricidas?
Sim. Ao identificar animais resistentes, usa-se menos acaricida e de forma mais direcionada. Isso corta custo e evita resistência.
Fonte: Portal DBO

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