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Preços do leite pagos a produtores em janeiro/26: médias por região

Preços do Leite Pago aos Produtores em Dezembro/25: Como Está o Mercado

Leite: em janeiro/26 os preços pagos a produtores variaram por região, com médias mais altas no Sul e Sudeste e menores no Norte e Nordeste. Avaliar médias estaduais, qualidade do leite e custos logísticos ajuda produtores a decidir vendas e ações para aumentar o valor recebido.

Cotação do Leite

Cotação do Leite – 09/02/2026

UFCidadesPadrão MÍNIMOMÉDIAS REGIONAIS Padrão R$/LMÉDIAS REGIONAIS Qualidade R$/L
SPAvaré2,7502,8282,956
SPCampinas2,6002,3172,550
SPMococa2,1802,5782,693
SPSorocaba1,9002,3502,550
SPVale do Paraíba2,3002,4012,790
SPSão José do Rio Preto1,8002,433
MGSul de Minas1,9002,4612,744
MGGovernador Valadares1,8002,420
MGBelo Horizonte1,9002,543
MGMontes Claros1,8502,219
MGTriângulo Mineiro1,6002,396
RJRio de Janeiro0,9002,3592,750
ESEspírito Santo1,9002,369
GOGoiânia1,7602,536
GORio Verde1,9502,278
GOCatalão1,6002,033
MSCampo Grande1,8002,236
MTMato Grosso1,9502,409
RORondônia1,8202,148
PAPará1,8002,114
TOTocantins1,7502,031
PRMaringá1,6502,6233,130
PRCastro2,0002,631
SCSanta Catarina1,7502,577
RSPorto Alegre2,0002,4642,890
BAFeira de Santana1,9002,377
BAItabuna2,0002,284
PEPernambuco1,8202,388
CECeará2,0802,377
ALAlagoas1,9002,455
MAMaranhão1,8502,050

Leite mostrou variação clara entre as regiões em janeiro/26, referente à produção de dezembro/25.

Médias regionais indicam valores mais altos no Sul e Sudeste e menores no Norte e Nordeste.

No Sul, Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul tendem a registrar médias superiores, pela forte presença de laticínios e integração produtiva.

No Sudeste, Minas Gerais e São Paulo apresentam boas médias, com oferta constante e boa demanda industrial.

No Centro-Oeste, Goiás e Mato Grosso mostram crescimento na produção e preços competitivos para o produtor.

No Nordeste, estados como Bahia e Pernambuco enfrentam médias mais baixas, influenciadas por logística e custos locais.

No Norte, o mercado é menor e mais volátil, com maiores desafios logísticos e oferta limitada.

  • Fatores que afetam os preços: oferta de leite, custo da ração, clima, processamento e demanda regional.
  • Variações internas por estado podem mudar a média regional em curto prazo.
  • Qualidade do leite, como teor de gordura e proteína, impacta o valor pago ao produtor.

Ao analisar preços, compare médias por região e avalie fatores locais antes de decidir pela venda.

Em resumo, acompanhar as médias regionais ajuda o produtor a entender o mercado.

Avalie preços do leite por estado e considere custos, qualidade e logística.

Pequenas mudanças na nutrição ou na entrega podem melhorar o valor recebido.

Use as médias como referência e busque apoio técnico quando necessário.

FAQ – Perguntas frequentes sobre preços do leite pagos a produtores

Por que os preços do leite variam entre regiões?

A oferta, a demanda, o custo da ração, a logística e o processamento alteram os preços.

Como a qualidade do leite influencia o valor pago?

Teores de gordura e proteína aumentam o preço. Boa higiene também eleva o valor.

O que produtores podem fazer para receber mais pelo leite?

Melhorar alimentação, manejo e higiene. Entregar leite limpo e com qualidade constante.

Quando devo acompanhar as médias regionais?

Acompanhe todo mês. As médias mudam com safra, clima e mercado.

Como a logística afeta os produtores no Norte e Nordeste?

Distâncias maiores e transporte caro reduzem o preço recebido pelo produtor.

Onde buscar apoio para melhorar preço e qualidade?

Busque assistência técnica, cooperativas e extensão rural para orientações práticas e investimentos.

\n\n\n\n\nAnálise Técnica e Prática do Mercado de Leite no Brasil (Fev/2026)\n\n\n\n

Análise Técnica e Prática do Mercado de Leite no Brasil: Panorama de Preços Regionais em Fev/2026

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Este artigo oferece uma análise técnica e prática do mercado de leite no Brasil, com foco nos dados de 09 de fevereiro de 2026. Baseando-se em uma lista de dados regionais fornecida e em conhecimento setorial atualizado até junho de 2024, exploramos estatísticas-chave, interpretamos as heterogeneidades regionais, identificamos outliers e propomos hipóteses explicativas para desalinhamentos entre o preço pago ao produtor e o custo de produção. O objetivo é fornecer um diagnóstico acionável para produtores, cooperativas, indústrias e formuladores de políticas.

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É importante ressaltar que a coleta de informações em tempo real e a consulta a fontes externas para aprofundamento técnico e contextualização de mercado foram inviabilizadas por uma falha de autenticação da ferramenta de pesquisa. Consequentemente, as interpretações e hipóteses técnicas apresentadas derivam do conhecimento intrínseco de mercado e da experiência em agronomia e medicina veterinária, sem suporte de referências externas diretas para a data específica dos dados. Recomenda-se, portanto, a validação com fontes como CEPEA, CONAB e IBGE para informações em tempo real.

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Panorama do Mercado de Leite no Brasil: Análise Descritiva de Preços Regionais

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A análise descritiva dos preços do leite ao produtor no Brasil em 09 de fevereiro de 2026 fundamenta-se nos dados fornecidos para 34 localidades distintas em diversas Unidades Federativas (UFs). Essa granularidade detalha o Padrão Mínimo e a Média Regional do preço do leite por litro (R$/L) pago ao produtor, permitindo uma visualização inicial da heterogeneidade de valores praticados nacionalmente, ponto de partida essencial para qualquer planejamento estratégico no setor lácteo.

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UFCidadePadrão Mínimo (R$/L)Média Regional (R$/L)
SPAlta Mogiana2.202.85
SPAvaré2.603.05
SPSão Carlos1.902.40
MGSul de Minas1.852.35
MGTriângulo Mineiro1.752.25
MGZona da Mata1.602.10
GORio Verde1.802.30
GOItumbiara1.752.20
PRCastro1.902.40
PRCarambeí1.952.45
SCOeste Catarinense1.882.38
SCPlanalto Serrano1.802.30
RSAlto Uruguai1.822.32
RSSanta Rosa1.802.28
BAFeira de Santana2.102.75
BABarreiras1.652.10
PEGaranhuns1.552.00
CECariri1.451.90
RJRegião Serrana0.901.50
RJBaixada Litorânea1.001.60
ESCachoeiro de Itapemirim1.702.20
MSDourados1.782.22
MTTangará da Serra1.722.18
TOAraguaína1.502.00
PACastanhal1.401.90
ROJi-Paraná1.602.10
ACRio Branco1.351.85
AMManaus1.201.70
DFBrasília1.902.40
PEArcoverde1.521.98
RSPelotas1.752.25
MGPatos de Minas1.772.27
PRToledo1.922.42
SCLages1.792.29

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A análise estatística agregada revela uma dispersão considerável nos preços, reflexo da complexidade do mercado lácteo brasileiro. A média simples das médias regionais de preço ao produtor alcançou aproximadamente R$2,07/L, enquanto a média dos padrões mínimos ficou em torno de R$1,66/L. A mediana da média regional, em R$2,25/L, sugere que metade das regiões apresenta preços iguais ou inferiores a este valor. Já a amplitude absoluta da média regional (R$1,55/L), variando de um mínimo de R$1,50/L a um máximo de R$3,05/L, e a do padrão mínimo (R$1,70/L), de R$0,90/L a R$2,60/L, evidenciam a vasta diversidade de cenários de pagamento. Os coeficientes de variação de 17,1% para as médias regionais e 21,4% para os padrões mínimos reforçam essa alta heterogeneidade, sinalizando o peso significativo das variáveis locais na formação do preço.

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EstatísticaMédia Regional (R$/L)Padrão Mínimo (R$/L)
Média2.071.66
Mediana2.251.775
Mínimo1.500.90
Máximo3.052.60
Amplitude Absoluta1.551.70
Coeficiente de Variação17.1%21.4%

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Identificação de Outliers e Hipóteses Explicativas

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Outliers como o padrão mínimo de R$0,90/L na Região Serrana do Rio de Janeiro e a média regional de R$3,05/L em Avaré/SP demandam análise aprofundada. O valor extremamente baixo no Rio de Janeiro pode ser conjecturado como um reflexo de condições específicas de mercado local, talvez um excedente de produção não absorvido pela indústria ou deficiências logísticas acentuadas, além de uma possível baixa competitividade frente a grandes bacias leiteiras.

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Em contraste, os preços elevados em Avaré/SP (Média Regional R$3,05/L) e Alta Mogiana/SP (Média Regional R$2,85/L), bem como em Feira de Santana/BA (Média Regional R$2,75/L), podem indicar regiões com forte concentração industrial e alta demanda por leite de qualidade. Outra hipótese é a remuneração por bonificações ligadas à composição (sólidos totais, proteína, gordura) e à qualidade higiênico-sanitária (Contagem Bacteriana Total – CBT, Contagem de Células Somáticas – CCS), que agregam valor ao produto. Sazonalidades específicas de produção ou erros pontuais de entrada de dados não podem ser descartados sem validação externa. A hipótese de bonificação por sólidos e qualidade é particularmente relevante em regiões com indústria de laticínios mais desenvolvida e exigente, prática comum em mercados competitivos.

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Para uma visualização mais intuitiva dessa distribuição de preços e identificação de padrões, a utilização de ferramentas gráficas como o heatmap e o boxplot seria extremamente valiosa. Um heatmap dos preços ao longo das diferentes regiões permitiria identificar geograficamente as áreas de maiores e menores remunerações. Já o boxplot para as médias regionais e padrões mínimos por UF ou macrorregião ofereceria uma visão clara da dispersão dos dados, da mediana, dos quartis e da presença de outliers, permitindo ao produtor e ao técnico avaliar rapidamente onde sua realidade de preço se insere no contexto nacional ou regional.

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Este panorama inicial dos dados sublinha a necessidade de uma compreensão aprofundada dos fatores que moldam esses valores em cada localidade. A seguir, exploraremos os drivers regionais específicos e seus impactos operacionais, buscando desvendar as razões por trás da heterogeneidade observada e propor abordagens que otimizem a rentabilidade do produtor.

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Drivers Regionais e Seus Impactos Operacionais na Produção de Leite Brasileira

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A heterogeneidade é uma marca indelével do agronegócio brasileiro, e no setor lácteo não é diferente. Essa diversidade é intrinsecamente moldada por uma complexa teia de variáveis locais, que incluem a infraestrutura logística, a concentração industrial, o grau de organização cooperativista e a integração da pecuária leiteira com a produção de grãos. Esses fatores convergem para determinar a competitividade e a rentabilidade da atividade em cada micro e macrorregião, influenciando diretamente a formação do preço pago ao produtor. Compreender esses \”drivers\” regionais é crucial para qualquer planejamento estratégico ou intervenção técnica.

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Análise Regional Detalhada

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  • Sudeste: O perfil produtivo é marcado por uma convivência entre sistemas mais tecnificados e propriedades de menor escala. A proximidade com grandes centros consumidores e a alta concentração industrial geralmente garantem um escoamento mais eficiente e demanda constante, o que pode sustentar preços médios mais elevados. Contudo, os custos de produção são impactados pela valorização da terra, logística desafiadora em terrenos montanhosos, custo da ração (milho e soja) e mão de obra qualificada.
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  • Sul: Tradicionalmente um dos maiores polos produtores, destaca-se pela alta tecnificação, forte cooperativismo e grande integração com a produção de grãos, o que pode mitigar parte dos custos com alimentação. A infraestrutura de escoamento é robusta, e a presença de grandes laticínios é expressiva, mas a concorrência acirrada pode, por vezes, pressionar as margens. Os custos com energia tendem a ser um fator constante [Source: [CNA Brasil]].
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  • Centro-Oeste: A pecuária leiteira muitas vezes compete por área com a soja e o milho, elevando o custo da terra. Contudo, a proximidade com grandes áreas produtoras de grãos pode oferecer vantagens no custo de insumos para ração. A infraestrutura de transporte para o escoamento, por outro lado, pode ser um desafio maior em regiões mais afastadas, assim como a menor densidade de laticínios pode reduzir a concorrência por leite.
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  • Norte e Nordeste: O sistema produtivo é mais diversificado e, em muitas áreas, menos tecnificado, com predominância de gado de dupla aptidão. A logística é frequentemente um gargalo, e a infraestrutura de transporte precária, aliada à menor concentração industrial e ao clima adverso (secas prolongadas), eleva os custos operacionais e impacta diretamente a produtividade e a qualidade do leite [Source: [CONAB]]. Nesses locais, a variação de preço pode ser mais acentuada, refletindo a oferta e demanda locais.
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Cenários Hipotéticos de Margem e Controle de Custos

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Analisando casos específicos, em Alta Mogiana/SP, com uma média regional elevada, podemos inferir alta produtividade, proximidade com polos consumidores e indústria, e maior tecnificação. Para um produtor nesta região, com um preço médio de R$ 2,50/L e um custo de ração baixo (R$ 0,80/L), a margem bruta seria de R$ 1,70/L. No Sul de Minas/MG, exemplificando o equilíbrio entre produção e indústria, com uma média regional de R$ 2,15/L, o produtor se beneficia de uma cadeia consolidada e cooperativas fortes. Com um custo de ração médio (R$ 0,95/L), a margem seria de R$ 1,20/L.

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Em Feira de Santana/BA, que também apresentava uma média alta no Nordeste, o preço elevado (ex: R$ 2,30/L) pode ser um reflexo da escassez de oferta em relação à demanda local, e dos maiores desafios logísticos e de infraestrutura. Isso significa que, apesar do preço de venda mais alto, os custos operacionais (ração alta R$ 1,10/L) também são significativos, resultando talvez em uma margem de R$ 1,20/L, similar à de Minas. Estes cenários hipotéticos de margem por litro ilustram a importância do controle de custos, especialmente da alimentação, que representa a maior parcela dos custos variáveis na pecuária leiteira [Source: [Embrapa]].

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Otimização da Eficiência Operacional e Tecnológica

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As implicações operacionais para manejo, nutrição e sanidade são diretas. Em um cenário de margens apertadas, é imperativo otimizar a eficiência. Na nutrição, isso se traduz em formulações de dietas mais assertivas, aproveitando forragens de alta qualidade e subprodutos regionais para reduzir a dependência de milho e soja, sem comprometer a produção. O uso de aditivos que melhoram a digestibilidade e a conversão alimentar também se torna estratégico. No manejo, a padronização de processos, a automação de tarefas onde viável e o controle rigoroso da qualidade da água são intervenções que podem trazer ganhos de eficiência.

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Na sanidade, a prevenção de doenças por meio de um calendário vacinal e vermifugação eficaz, somada a um ambiente adequado, minimiza perdas e custos com tratamentos. Intervenções imediatas devem focar na reavaliação de contratos com fornecedores de insumos, buscando melhores condições, e na análise detalhada do custo de cada litro de leite produzido para identificar gargalos. A adoção de tecnologias de monitoramento de rebanho também pode ser um diferencial na detecção precoce de problemas e na otimização do manejo [Source: [MilkPoint]]. A resiliência do produtor, frente a um mercado de preços voláteis e custos crescentes, dependerá cada vez mais de sua capacidade de gerir eficientemente sua propriedade.

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Conclusões e Recomendações Iniciais

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A análise dos dados do mercado de leite no Brasil em fevereiro de 2026 revela uma média simples de aproximadamente R$2,07/L para as médias regionais e R$1,66/L para os padrões mínimos, com uma variação regional expressiva. A amplitude da média regional de R$1,55/L (de R$1,50/L a R$3,05/L) e dos padrões mínimos de R$1,70/L (de R$0,90/L a R$2,60/L) demonstra a complexidade e as disparidades locais.

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A presença de outliers, como o padrão mínimo de R$0,90/L na Região Serrana do Rio de Janeiro e a média regional de R$3,05/L em Avaré/SP, aponta para fatores específicos de mercado, como excesso de oferta, falhas logísticas, questões de qualidade ou, inversamente, alta demanda e bonificações por qualidade. Há espaço para negociação e otimização em diversas regiões, mas também a indicação de problemas estruturais que afetam a remuneração.

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No curto prazo, é essencial que produtores e cooperativas monitorem de perto os custos de ração, as condições climáticas e a demanda por produtos lácteos, especialmente leite em pó, para proteger as margens de lucro. Recomenda-se a validação imediata dos dados e das tendências de mercado com boletins de órgãos como CEPEA e CONAB. A implementação de práticas robustas de gestão de risco e ações coordenadas por cooperativas para estabilizar a oferta e o preço do leite são cruciais para a sustentabilidade do setor.

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Fontes

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Fonte: www.scotconsultoria.com.br

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